Lista de Políticos Corruptos Em quem não votar
maio 20th, 2008 | Filed under Dicas.Recebi um e-mail muito interessante sobre a lista de políticos corruptos que provavelmente irão voltar a se canditadar mas fica aí a lista para que isso não aconteça:
Lista de Políticos Corruptos Em quem não votar
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Acesse também: O que é política para você

Tags: política



Boa iniciativa. Se todos fossem atrás de saber em quem estão votando, o país estaria numa situação bem melhor atualmente. Os problemas sociais começam e terminam através do povo, mesmo que indiretamente.
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Mateus respondido em maio 29th, 2008 11:10 pm:
Concerteza! Não temos que reclamar dos políticos atuais mas sim nos mobilizar para que todos tomem consciência em quem votar.
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GILBERTO PIZZI ELIZEU respondido em janeiro 2nd, 2009 1:18 pm:
perfeito
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Fernando respondido em outubro 14th, 2009 4:36 pm:
Acessem http://www.antesdevotar.com.br e pesquise e cadastre políticos corruptos. vamos montar um site sólido para as proximas eleições, abraço !
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TITA TANABI respondido em março 18th, 2010 12:33 am:
Fórum de Tanabi – Criminal
JUSTIÇA PÚBLICA
Réu: JOÃO BRIZOTI JUNIOR / Código Penal, 158 / Advogado
Réu: SAMUEL GARCIA SALOMÃO / Código Penal, 299 / Vice-Prefeito
Réu: WELSON JOSE MOREALE / Código Penal, 158, por duas vezes / Vereador
Julgamento: 28/04/2010
Fonte: http://www.tj.sp.gov.br
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maria tereza respondido em junho 24th, 2010 12:05 pm:
politicos devem ser eliminados é claro os corruptos ninguem tem que ter dó eles merecem.
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Ps: Ficou massa a nova skin
Ps2: Perdoe o double post.
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GILBERTO PIZZI ELIZEU respondido em janeiro 2nd, 2009 1:24 pm:
SIM NÃO É RECLAMAR DOS ELEITOS E SIM NOS COSCIENTIZARMOS DE QUEM VOTAR….
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[...] Seguindo a linha política, divulgarei o jornal do senado. É uma boa maneira de informar-se acerca das principais decisões políticas do país. A assinatura é grátis e pode ser feita pelo site: [...]
[...] interessante, tem uma série de políticos com nome sujo, o cargo, partido e oq fizeram, espero q o autor mantenha ela atualizada e a justiça naum censure [...]
Candidato ficha suja
Num País sério e de cultura política apurada, certamente todos os indecorosos, envolvidos em irregularidades e com processos na Justiça, teriam as suas candidaturas indeferidas a bem da moralidade.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ayres Britto, bem que tentou amenizar essa ignomínia, concordando com a divulgação de lista de candidatos com ficha suja, mas foi sufocado pela bulha daqueles que preferem ver o País na contramão da regularidade.
Como continuar a acreditar e votar em pessoas com ficha suja ou num Parlamento comprometido com os princípios morais, cuja fração significativa dos atuais congressistas, bem como de ex-parlamentares candidatos, não possui ficha ilibada para poder concorrer?
Enquanto não for realizada uma reforma política séria – com a participação substantiva da sociedade organizada, para, entre outras coisas, dar autonomia ao povo de poder cassar o mandato de políticos indecorosos, que não se comportam dentro da ética e da moralidade e deixam de cumprir os compromissos assumidos em palanque -, o povo deveria abster-se de votar nas próximas eleições até que o Congresso Nacional tomasse vergonha e votasse a reforma política.
Julio César Cardoso
Balneário Camboriú-SC
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GILBERTO PIZZI ELIZEU respondido em janeiro 2nd, 2009 1:15 pm:
senhor Julio césar cardoso, e uma satisfação ler estes relatos, gostaria de parabeniza-lo não tenho palavras.
gostaria de saber de sua pessoa oque eu posso fazer como cidadão, e alertar o povo de Tamarana PR, pois vejo isto acontecer aqui e ninguém faz nada, parece que todos estão levando vantagem…
gostaria de colaborar mas não sei como, onde e muitas vezes a preocupações do que falar (perceguição), na verdade vejo que o povo esta iludido,etc, etc…
tenho certeza que poderá me orientar, muito obragado….
obs. li todas (Canditado ficha suja,Corrupção poítica, Amnésia eleitoral, País sem memória)…
A proposito que este ano seje melhor do que o ano passado, e que deus nos ajude, amém??
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Corrupção política
A corrupção política é o principal câncer que corrói as instituições nacionais. Se fosse fácil implantar “tolerância zero” para combater esse terrível mal, sobraria muito dinheiro para aplicar no social. Mas o caminho mais razoável para o bom combate é a execução da tão decantada reforma política, bem como a revisão constitucional.
Quem não sabe que o Brasil é um somatório de pequenos e grandes problemas jamais resolvidos pela corja política aqui instalada há muito tempo?
A corrupção política está transformada numa universidade pública com professores habilidosos para ensinar e formar discípulos por muito tempo. E não vejo perspectivas positivas para o futuro próximo enquanto não forem realizadas uma reforma política séria e uma revisão constitucional com a participação substantiva da sociedade organizada.
O povo, o verdadeiro agente da democracia, sempre foi escanteado de participar dos problemas nacionais, de se manifestar sobre os legítimos anseios sociais, de ter voz ativa no Congresso etc. A Constituição brasileira, por exemplo, essa colcha de retalhos que vem sendo mexida e remexida ao sabor do gosto da política dominante, foi elaborada sem a participação expressiva da sociedade, que não foi ouvida e que não pode expressar o seu sentimento verdadeiro e democrático. Ela, a Constituição, foi elaborado sob uma orientação puramente política, pós-período de exceção, com falhas lamentáveis como, por exemplo, o preconizado voto obrigatório.
O nosso Congresso Nacional, com raras exceções, é constituído por políticos indecorosos e carreiristas de cabide de emprego e pouco produz. A maioria só está de olho nas benesses públicas e não defende os verdadeiros anseios sociais. É um Congresso muito distanciado do povo, daquilo que ele realmente pensa, onde os parlamentares, depois de eleitos, não cumprem as suas promessas de campanha, não defendem os interesses sociais e cometem os mais condenáveis atos de conduta ilibada, e o pior: não são defenestrados, cassados os seus mandatos, porque somente a assembléia de indecorosos congressistas tem esse poder, e o povo não.
Por isso, a moralização política, a redução da corrupção, a verdadeira reforma tributária para redução de impostos, a injustificável indicação presidencial para preenchimento de vagas nos tribunais superiores etc. são problemas que somente podem ser resolvidos com a revisão constitucional e uma grande reforma política, que assegure mais poder ao povo, para poder fiscalizar e cassar os políticos indecorosos que denigrem a imagem do Congresso e da Nação. A política brasileira está precisando um pouco de democracia direta, ou indireta, para que o povo exerça o seu verdadeiro papel de agente positivo da democracia, e não sirva apenas de trampolim, em eleição, para os políticos alcançarem o poder.
Julio César Cardoso/Balneário Camboriú-SC
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País sem memória
Há 18 anos, no dia 16 de março de 1990, um dia depois da posse do governo Fernando Collor de Mello, o Brasil foi sacudido com a decisão bombástica do Ministério da Economia, comandado pela ex-ministra Zélia Cardoso de Mello, de confiscar toda a poupança privada do País, provocando a seus investidores grande prejuízo. O objetivo era combater a inflação de 84% ao mês e estabilizar a economia.
Somente quem vivenciou aquele período e teve as suas economias bloqueadas em instituições financeiras por decisões desastrosas do fracassado Plano Collor sabe avaliar o que foi o desconforto de ver, repentinamente, as suas economias depositadas impedidas de serem movimentadas, com sensíveis prejuízos a seus credores, e inclusive com notícias de suicídio de pessoas doentes que se viram privadas de contar com os seus recursos bloqueados para atender às suas necessidades vitais. E tudo isso foi provocado por decisões equivocadas de uma senhora chamada Zélia Cardoso de Mello, que hoje mora no exterior e que é ainda paparicada a participar de eventos no País por desmioladas entidades.
Pois bem, essa senhora, como também o senhor Fernando Collor de Mello, há muito tempo deveriam ser considerados personas non grata pelos prejuízos dados ao País.
Mas como o Brasil é o paraíso da bonomia com todos os tipos de personalidades mundanas e sofre de amnésia total às agressões sofridas, continua recebendo com cortesia aqueles que lhe deram prejuízos. O ex-presidente Collor, por exemplo, parece que nada de grave fez ao País e continua aprontando as suas estripulias. Nem bem foi eleito senador da República, já cedeu o seu lugar para outro oportunista político. Este é o País sem memória que continua a agasalhar indecorosas criaturas.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC
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Amnésia eleitoral
A Constituição brasileira ao estabelecer a obrigatoriedade do voto cometeu conscientemente um grande paradoxo democrático, tramado pelos parlamentares constituintes para viabilizar as suas eleições. A essência dessa astúcia, guardadas as devidas proporções, está na latência do adágio popular que diz: “Quem parte ou reparte e não fica com a maior parte, ou é burro ou não entende da arte”.
Pois bem, o parlamentar brasileiro conhece de sobra a arte da esperteza de fazer política em benefício próprio e não elaboraria, certamente, nenhuma norma que viesse dificultar os seus inconfessáveis interesses. Daí a razão pela qual o voto obrigatório é uma excrescente imoralidade constitucional, que interfere na espontaneidade de o eleitor votar.
Ora, o voto espontâneo – não obrigatório -, além de ser seletivo, parte de uma decisão consciente e responsável do eleitor que deseja votar. O que significa dizer um voto qualificado, que não é manipulado pela boca de urna ou por qualquer outra forma especiosa usada pelos candidatos oportunistas. E, com certeza, nesse contingente de eleitor espontâneo não haveria amnésia eleitoral.
Na última eleição para vereador, em Porto Alegre, e o mesmo deve ter ocorrido em outras cidades brasileiras, o Ibope registrou que 65% dos entrevistados não se lembravam em quem votaram há quatro anos. E isso se estende, sem dúvida, às eleições brasileiras em geral pelo descrédito do eleitor para com o mau comportamento da classe política, que vive numa redoma de ouro, distanciada do povo.
Não é obrigando o cidadão a votar que se adquire cultura política. É preciso que as instituições políticas brasileiras sejam reformuladas na sua essência ética e moral, que haja uma reforma política ampla com maior participação da sociedade organizada, para estreitar o abismo que separa o Parlamento do povo, e para que este tenha mais voz ativa nas decisões e nos comportamentos dos senhores parlamentares. E somente assim, dando maior seriedade à política brasileira, deixaremos de ser um povo sem memória política, sem amnésia eleitoral.
Julio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC
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ESTA LISTA ESTÁ DESATUALIZADA. TEMOS QUE ACHAR OUTRA.
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Mateus respondido em agosto 2nd, 2009 8:43 pm:
Para adicionar novos politicos acesse: http://spreadsheets.google.com/viewform?hl=en&formkey=cDZTT0VybTM4dTFPeTBtU250b0wxYlE6MA..
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Gente vamos tirar estas pessoas do poder,q estão fazendo o q quer com o nosso país!!!
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Acessem antesdevotar.com.br e pesquise e cadastre políticos corruptos. vamos montar um site sólido para as proximas eleições, abraço !
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O Brasil é um Páis que tolera esse sistema corrupto desde o tempo que se amarrava ”cachorro com linguiças”. Aqui somos todos anarquistas e até chamamos subôrno de mensalão. Por esas e por outras que Disney fez o personagem Zé carioca. Somos todos uns gaiatos e adoramos novelas repleta de vigaristas.
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Desrespeito ao mandato político
Todos os ministros (parlamentares), que deixaram os seus cargos no governo para se dedicarem à campanha eleitoral são uns tremendos oportunistas políticos, que desrespeitam brasileiros. Eles não querem jamais perder o status ou a boquinha rica das benesses públicas. Vivem pulando de galho em galho na ribalta política do poder. São os “profissionais” da política, ou seja, aqueles que vão defender os seus interesses pessoais ou de grupos, mascarados de servidores públicos.
São uns estelionatários políticos descarados. Passam cheques sem fundos ao eleitor dizendo que vão exercer os seus mandatos, mas depois de eleitos dão uma banana ao povo e vão desempenhar outros cargos na administração pública para os quais não foram eleitos. São autênticos traidores de eleitores com práticas políticas de interesses inconfessáveis. São os legítimos abutres vorazes pelas glórias do poder. Não têm decência política. Não têm ética e moralidade pública. E conhecem bem a arte da esperteza política.
Enganam o povo com a destreza de um mágico, só que este exerce a sua arte com profissionalismo e seriedade. São gananciosos pelo poder. E em nome dele são capazes das maiores proezas. Utilizam de todos os artifícios para estarem sempre na vitrine política do poder. Não têm vergonha de se olhar no espelho, mesmo que a imagem reflita o seu caráter distorcido. São falsos democratas que se valem da leniência constitucional, instituída em 1988 e sem a participação expressiva da sociedade, para mandar, desmandar e anarquizar o exercício regular do mandato político.
Soa incompreensível a qualquer cidadão de mediana cultura saber que um parlamentar eleito pode deixar de exercer o seu mandato para prestar serviço em outra área da administração pública. Isso não é um grande desrespeito ao povo? É constitucional, mas muito imoral. E por que não corrigem? Porque os nossos políticos estão acostumados a conviver em um sistema político viciado, em que a famigerada Lei de Gerson, de só tirar vantagem, já se incorporou de tal forma no DNA da política brasileira, que só está faltando ser incorporada na Constituição Federal.
Eleitores, não reelejam ninguém. Política não é profissão. O Parlamento precisa sempre de oxigênio novo. O continuísmo e a mesmice representam uma praga nociva na vida política brasileira e precisa ser combatida. Ninguém é insubstituível.
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parabens pela iniciativa isso que é exercer seu papel de cidadao brasileiro
ajudando os demais a escolherem os seu candidatos.
como diz Rousseau a soberania esta no povo todos juntos mudaremos esse pais
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MOVIMENTO NACIONAL PELA VALORIZAÇÃO DO VOTO – MONAV
Na luta contra a fraude e a corrupção eleitoral
VOTE BEM – OS DEZ NÃOS
1º – Não deixe de votar, valorize o seu voto
2º – Não vote contrariando a sua opinião, o seu voto é secreto
3º – Não vote para contentar parentes ou amigos, escolha o melhor candidato
4º – Não venda o seu voto, garanta a sua liberdade de escolha
5º – Não troque o seu voto por favores, o seu voto é livre e soberano
6º – Não vote sem conhecer a capacidade e o programa do candidato
7º – Não vote sem conhecer a competência e o passado do candidato
8º – Não vote sem conhecer o caráter do candidato, o seu voto merece respeito
9º – Não deixe nenhuma pesquisa mudar o seu voto, use de sua firmeza
10º – Não vote em candidato com Ficha Suja, deve ser Ficha Limpa
ESCOLHA BEM NA HORA DE VOTAR
Site:www.monav.com.br
Email:contato@monav.com.br
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