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Música Histórica: The Turtles - Happy Together

Por Mateus | 1 Comment | Em Músicas Históricas

Música dos anos 60,  já tocou em diversos filmes, sendo um dos mais recentes o The Simpsons Movie.

Debiloide não tem mais acento!

Por Mateus | 4 Comentários | Em À toa

Conheça a nova ortografia brasileira

O que mudou?

1) O Alfabeto passa a ter 26 letras, são adicionados o k, w e y (novidade e tanto!)

2) O trema é retirado. (como se alguém ainda usasse)

3) Não se usa mais o acento dos ditongos abertos paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).

Exemplos: debilóide, jóia, idéia, platéia.

4) Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo. (Não sabe o que é paroxítona né? Olha os exemplos e frinja que sabe)

Exemplos:baiúca, feiúra, bocaiúva.

5) Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).

Exemplos:enjôo, vôos, abençôo, vêem.

(Não me veem mais por aqui - acento circunflêxo sobre a nova regulamentação)

6)Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.

Exemplo:Para o carro para que eu possa entrar.

7)Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.

(Sorte que eu não tenho arguido nos últimos tempos)

A crise imobiliária nos EUA

Por Yves | 2 Comentários | Em política

Como o problema surgiu e se agravou

Após o ataque ao World Trade Center, nos EUA, em 2001, as famílias americanas se resguardaram em suas casas. Como os gastos das famílias representam dois terços do PIB do país, a retenção do consumo poderia gerar uma crise sem precedentes. O governo americano reduziu consideravelmente as taxas de juros para levar a população novamente às compras. Logo o consumo voltou ao normal. Com juros baixos, as famílias se sentiram propensas a gastar com bens duráveis de maior valor, como casas. Estimulados pelo governo, os bancos expandiram o crédito, inclusive a pessoas com risco de inadimplência. Como esse crédito é concedido, por hipoteca, os bancos achavam que, no caso de inadimplência, os imóveis poderiam ser confiscados, sem prejuízos.

Em 2006, o preço dos imóveis começou a cair e, em conseqüência, as garantias dos bancos também. As famílias viram que não valia mais a pena pagar por bens desvalorizados. Para evitar prejuízos maiores, essas instituições passaram a negar recursos. Com menos dinheiro disponível, as famílias reduzem o consumo, as empresas têm lucros menores e demitem funcionários, forçando as pessoas a apertarem ainda mais o cinto e deixarem de honrar alguns de seus compromissos. A crise sistêmica de credibilidade provoca correria generalizada para minimizar os prejuízos. Como as economias americana, européia e asiática estão “ligadas” pelos investimentos atrelados a fundos de outros países, o efeito é instantâneo.

O jeito social de aprender um idioma: Livemocha

Por Yves | 2 Comentários | Em Dicas

O Livemocha é um site de relacionamentos em que você pode aprender novas línguas com lições com níveis de dificuldade tanto para pessoas completamente leigas em um idioma como para as que falam fluentemente. É uma boa oportunidade para as pessoas que sempre quiseram aprender diversos idiomas de forma autodidata mas nunca tiveram paciência com os métodos tradicionais. As lições audiovisuais e a interatividade diminuem muito a monotonia que é inerente ao processo de aprendizagem de uma língua, principalmente no início.

Leia mais (em inglês :D): aqui

Mais imposto pode reduzir a fumaça do cigarro.

Por Yves | 4 Comentários | Em política

O tabaco causa prejuízos de mais de US$ 200 bilhões ao ano no mundo, valor calculado pelo Banco Mundial com base em fatores como o tratamento das doenças relacionadas ao tabaco, mortes de cidadãos em idade produtiva, maior índice de aposentadorias precoces, aumento no índice de faltas ao trabalho e menor rendimento produtivo.

No início dos anos 1990, 35% da população brasileira com mais de 15 anos era fumante. Em 2007 o índice baixou para 16,4%, conforme pesquisa do Ministério da Saúde. De cada cem pacientes que desenvolvem câncer, 30 são fumantes. Estudo de 2005 da economista Márcia Pinto, da Fundação Oswaldo Cruz, revelou que o cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de, pelo menos, R$ 338 milhões. Quase 8% dos gastos do sistema vão para doenças ligadas ao cigarro.

Esses números podem explicar por que a recomendação unânime das entidades envolvidas no combate ao tabagismo é a de sobretaxar o produto e ampliar as restrições ao vício.

No Brasil, o cigarro, mesmo taxado em 75%, é o sexto mais barato do mundo. Na Dinamarca, a taxação chega a 84%, mas nos Estados Unidos, por exemplo, os tributos representam apenas 24% do preço ao consumidor.

Em maio, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, enviou à Casa Civil da Presidência da República uma minuta de projeto de lei que extingue os fumódromos em ambientes públicos e coletivos. Oficialmente, na semana passada, a Casa Civil informou que o projeto ainda “está em estudos”.

Temporão abriu outra frente de combate ao fumo, ao levar à equipe econômica do governo federal a proposta de aumentar a carga de impostos sobre os derivados do tabaco, como forma de reduzir o seu consumo.

O mais forte e global nó no torniquete em torno da indústria tabagista ocorreu em maio de 2003, quando 192 países aprovaram um tratado (chamado de convenção-quadro) da Organização Mundial da Saúde (OMS) que prevê controle sobre o comércio de cigarro, limites à propaganda, aumento de impostos e divulgação dos malefícios que ele causa.

No Brasil, essas regras quase nada acrescentam ao que já se tornou lei: a propaganda foi maciçamente reduzida, o imposto é consideravelmente alto, os maços trazem alertas do Ministério da Saúde e a nomenclatura light está proibida. Mas o cenário global pode melhorar muito se o acordo sair mesmo do papel.

Grande produtor, Brasil também é modelo de combate ao fumo.

Embora seja o segundo produtor e o maior exportador mundial de tabaco, o Brasil é reconhecido internacionalmente pela luta contra o tabagismo, que tem mostrado resultados concretos, como a redução do número de fumantes. Em 1989, por exemplo, 32% da população acima de 15 anos era fumante, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2003, esse número caiu para19%.

O Brasil foi escolhido pela OMS para sediar um dos cinco centros laboratoriais mundiais de referência para controle e pesquisa dos derivados do tabaco por meio de parceria entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

O programa Nacional de Controle do Tabagismo é desenvolvido pelo Inca em parceria com as 27 secretarias estaduais de saúde. Quem quer abandonar o vício pode ligar para o Disque Pare de Fumar (0800-611997 - opção 6), que presta informações sobre tratamentos e como superar a síndrome de abstinência.

  • O Tabaco é responsável por 5 milhões de mortes ao ano no mundo, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia.
  • 100 milhões de mortes foram causadas pelo tabaco no século 20 (mais que o número de mortos na segunda guerra mundial).
  • As mortes relacionadas ao uso do tabaco subirão para mais de 1 bilhão no século 21; essa previsão significa 10 vezes mais mortes do que se previa no século passado.
  • Chegaremos em 2030 somando mais de 8 milhões de óbitos por ano, e 80% deles acontecerão nos países em desenvolvimento.
  • Metade dessas mortes vai atingir indivíduos em idade produtiva (entre 35 e 69 anos)

Uma história que começou há oito mil anos no Peru.

Planta descoberta há cerca de 500 anos na América, o tabaco que recheia cigarros, cachimbos e charutos era desconhecido pelos europeus até 1498. A história começou bem antes, há 8 mil anos, no Peru, com o primeiro cultivo. Quando os exploradores espanhóis chegaram ao lugar, 7500 anos depois, a plantinha cheirosa e de folhas vistosas já se espalhara por boa parte do continente. Inicialmente, suas folhas eram fumadas, cheiradas na forma de rapé (tabaco em pó), mascadas e até usadas como supositório.

Os nativos atribuíam ao seu consumo o poder de estabelecer contato com espíritos. Além disso, o tabaco tinha efeito levemente analgésico e anti-séptico, sendo usado em dores de dente ou em feridas. Quem ainda não viu, nos filmes de faroeste, um pajé dando baforadas de fumaça sobre um índio doente?

Levado à Europa, o hábito de fumar foi, a princípio, pessimamente recebido. O conquistador espanhol Rodrigo de Jerez, ao fumar em público, foi preso por três anos por causa de sua “selvageria”. Com o tempo, e mesmo sob suspeita de que “capturava a vontade humana” - como chegou a comentar o próprio Cristóvão Colombo -, a erva ganhou adeptos.

Mais ainda, virou um rendoso negócio em escala planetária. Talvez o mais famoso e importante fazendeiro de tabaco da história seja Thomas Jefferson, o mais importante personagem da independência dos Estados Unidos. Assim, o produto viveu cinco séculos de constante crescimento e experimentou seu auge na primeira metade do século 20, quando associou-se, graças ao cinema, a conceitos como charme, glamour e sedução.

Se aqueles dias de glória estão longe, a indústria resiste e, ainda hoje, mais de 5 trilhões de cigarros são consumidos anualmente no mundo.

  • O imperador otomano Murad IV proibiu o fumo e, para fiscalizar, vestia-se de mendigo e implorava por umas baforadas. Quem dava tabaco a ele era decapitado.
  • Desde o final do século 19, a venda de fumo para jovens já era proibida na Inglaterra e nos Estados Unidos.
  • Entre 1978 e 1988, 188 atores e diretores receberam cachê para incluir baforadas nos filmes. Em 1988, o governo americano proibiu a prática.
  • Hoje, 3,5 milhões d epessoas morrem por ano vítimas do fumo. Em 2030, serão 10 milhões. Mas, até a década de 1950, ninguém havia comprovado cientificamente esta relação causa-efeito.
  • Pelo menos 2655 não-fumantes morrem a cada ano no Brasil por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo.
  • No brasil, 90% dos fumantes compraram o primeiro maço na adolescência.
  • Na China se consomem 30% dos cigarros do mundo.

Fonte: Jornal do Senado.

Post relacionado: aqui.

Google Chrome, você quis dizer Brinquedo Genius

Por Mateus | Comente | Em À toa

Pra quem não viu ainda o novo navegador da google vale a pena testar ele é bem leve e tem novos mecanimos que deixam o javascript processar mais rápido além de recursos extras como privacidade e cada aba trabalhar separada, ou seja, se uma aba travar apenas ela fecha e você pode continuar trabalhando.

Para mim ficou devendo o botão do meio do mouse(mouse wheel) funcionar e não ter um ícone para ir para home.

Além disso o ícone do google Chorme parece ou não o brinquedo da Genius? :D
brinquedo genius

Vamos testa-lo e ver se é tão divertido quando o genius.

Saudades do Genius? Joga aí:

Mudanças no processo de obtenção da habilitação para dirigir

Por Yves | 5 Comentários | Em À toa
Pare

Pare

O que já era trabalhoso e caro, ficará ainda mais. A partir de 1º de janeiro de 2009, o número de horas de aulas teóricas aumentará de 30 para 45 horas e o número de horas de aulas práticas de 15 para 20. Algo que já era um absurdo, por empresas privadas estarem ligadas a um orgão público, ficou ainda mais explorador.

O presidente do Sindicato das Auto-Escolas de São Paulo, José Guedes Pereira, negou que a resolução atende a lobby do setor de auto-escolas, mas todos sabem que isto é uma grande mentira. Talvez o aumento nas aulas teóricas sejam válidas, uma vez que mesmo uma pessoa sabendo dirigir, não necessariamente tem consciência e educação no trânsito, mas o aumento de aulas práticas é um absurdo.

Se uma pessoa julga a si mesma capaz de passar no teste do Detran sem precisar de aulas, deveria ser permitido que ela tentasse o teste, caso não estivesse preparado, naturalmente, seria reprovado. Sei que nesta situação entra a questão da corrupção dos fiscais do detran, mas não se pode modificar o sistema em função da corrupção, isto não resolve o problema.

O preço das auto-escolas aumentará 20%, aproximadamente. No Brasil, quando você acha que chegou ao fundo do poço, alguém sempre dá um jeito de cavar. :)

Aos amantes da boa música.

Por Mateus | Comente | Em À toa

Quem já ouviu falar em Apocaliptica sabe que eles tocam diversos covers usando apenas instrumentos da música classica. Cover Apocaliptica Nothing Else Matters

Metallica Fade to black bluegrass

Mas o que eu tenho a apresentar para você é tributo ao Metallica ao som do Blues:

Além desse tem outros muito legais também como:
Nothing else matters - in bluegrass style
Enter sandman - in bluegrass style
Stairway to heaven Led Zeppelin cover by Iron Horse

E você conheçe alguma banda/músico que faz covers do tipo? Comenta aí rapaz!

O Atoas já abordou o assunto música e cover antes confira:
Sweet Child o mine Versão forró
Hardcore desde criança

Combate à pedofilia ganha instrumento eficaz

Por Yves | Comente | Em À toa

Das três CPIs que funcionaram no Senado, a da Pedofilia, instalada em março, foi a que conseguiu melhores resultados, como o acordo (inédito mundialmente) entre o Ministério Público Federal e o Google Brasil, responsável pelo site de relacionamento Orkut.

O acordo vai permitir a rápida liberação de dados suspeitos de contar pornografia infantil. O google comprometeu-se a instalar um sistema de filtro para remover e prevenir material ilícito, notificar o MPF de todas as ocorrências de pornografia infantil e preservar por 180 dias, para efeitos judiciais, os registros dessa prática.

-Foi uma vitória de todas as crianças e do Brasil - afirmou o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI, que tem como relator o senador Demostenes Torres (DEM-GO).

Fonte: Jornal do Senado

Chaplin ebook

Por Yves | Comente | Em Dicas

Adicionado ebook de Charles Spencer Chaplin, o Carlitos, cineasta e comediante inglês. O discurso é o de seu personagem no filme “O Grande Ditador“.

Trecho:

Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar a todos, se possível: judeus, o gentio… negros… brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo, não para o seu infortúnio. Por que temos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens… levantou no mundo as muralhas do ódio… e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da produção veloz, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz em grande escala, tem provocado a escassez. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade; mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura! Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessa aproximação é um apelo eloqüente à bondade do homem… um apelo à fraternidade universal… à união de todos nós. Neste mesmo instante, a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo a fora… Milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas vítimas de um sistema que oprime seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir, eu digo: “Não desespereis!” A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia… da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbirão e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, mesmo que morram homens, a liberdade nunca perecerá.

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